Criado em 1986 para estimular o conhecimento e a conservação da lontra neotropical (Lontra longicaudis), espécie já extinta no Sul e no Sudeste do Brasil, o projeto, que começou no Parque Municipal da Lagoa do Peri e expandiu sua atuação para todo o estado de Santa Catarina, inaugurou, no início do ano, uma base em Aquidauana, no Mato Grosso do Sul.
A novidade dá início à fase dois do projeto, que passa a estudar e mapear também as ariranhas, espécie da mesma família das lontras, a Mustelidae. Segundo o gerente de Projetos e Pesquisa do Lontra, Oldemar Carvalho Junior, a localização é estratégica. “Assim como conhecemos pouco sobre a ecologia da ariranha, não sabemos muito sobre o bioma do Pantanal, apesar da fama que ele tem. Queremos saber qual é a função da espécie dentro do sistema, qual serviço ela desempenha. Essa é a nossa abordagem”, explica. (…)
Fonte: Blog fatos e dados
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