Nos corredores do fórum surgiu o boato de que tal fotografia exibe uma cena de sexo entre Bruno, Macarrão e Eliza. Nenhum dos defensores comentou o teor da imagem. O promotor criticou a atitude do advogado de anexar a fotografia nos autos tão logo os réus foram convocados ao plenário. Henry de Castro ressaltou o princípio da dignidade humana para excluí-las das provas.
Pouco depois do promotor citar tal imagem, Macarrão passou mal e um de seus advogados pediu à juíza para que o réu se ausentasse por alguns instantes. A juíza Marixa, no entanto, anunciou que ele deveria ser levado de volta à unidade prisional. Ele deixou o Fórum sob forte escolta.
Fonte: Correio Braziliense
Postado por Cristina Rastafári
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