Tudo começou quando ele e seu companheiro, o consultor Rafael Gerhardt, saíram do conselho tutelar de Gravataí, na Grande Porto Alegre, com João Vitor no colo. Ao entrar com o pedido no INSS, Lucimar pensou que não teria dificuldades para obtê-lo, já que um casal de amigas lésbicas, que também adotara um bebê, conseguiu a licença sem atrasos. Mas o órgão recusou o pedido, alegando que a lei é específica: o benefício seria somente para mulheres. Os pais então recorreram e venceram por unanimidade em uma junta do Conselho de Recursos, ligado ao Ministério da Previdência. O caso foi para Brasília, onde o casal ganhou novamente ao alegar que o benefício era para a criança e não para pai ou mãe.
Fonte: Terra
Postado por Cristina Rastafári
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