A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que realizou as pesquisas para fabricação dos remédios, afirma que os medicamentos serão suficientes para atender às necessidades de Moçambique, um dos países com mais alta incidência da Aids no mundo - com um infectado a cada grupo de três habitantes. Segundo a fundação, em dois anos, a produção será capaz de atender a toda África Subsaariana.
O investimento total no projeto e na construção foi estimado em cerca de R$ 200 milhões. O governo brasileiro contribuiu com, aproximadamente, a metade deste valor. Empresas privadas - como a Vale, que atua no país nas áreas de mineração e transporte ferroviário - também fizeram doações.
Fonte: AB
Postado por Cristina Rastafári
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